O olhar da fotografia indígena na Marcha Mundial pelo Clima em Belém

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RONALD SALES, Belém (PA) – Em meio ao calor úmido de Belém, a Marcha do Clima tomou as ruas em defesa dos direitos indígenas e da proteção da Amazônia. Entre tantos olhares que acompanharam a mobilização, o olhar indígena se destaca: firme, sensível e profundamente conectado à luta que narra.

Quando comunicadores e fotógrafos dos povos originários registram uma marcha, não produzem apenas imagens; produzem memória. Suas lentes revelam nuances que muitas vezes escapam da cobertura tradicional, como a força coletiva, a espiritualidade presente nos cantos e pinturas e o sentimento de urgência diante das vidas e dos territórios ameaçados. Eles sabem onde mirar a câmera porque conhecem, na pele, o que está em disputa.

Essas imagens contam histórias de resistência, demarcação, proteção das matas e defesa de existências que seguem sendo ceifadas na Amazônia. Cada foto é testemunho e também recado: os povos indígenas querem e precisam ser vistos, e querem contar sua narrativa com suas próprias lentes.

Confira alguns registros que profissionais da mídia indígena fizeram nas ruas de Belém e mergulhe na galeria abaixo para sentir, através das imagens, a potência desse olhar que transforma a marcha em memória viva.

 

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